Faz-se poucos de muitos.
Minhas contas são incertas,
Mas um erro é apenas um fortuito,
Essa minoria que interessa.
O acaso abrigando o imprevisto,
Absorvendo tanta essência ao perecer.
Perdeu-se quando esquecido,
A fama o fazia viver.
Morrera dentre os mortos.
Sua vida escorrera pelo ralo.
Por motivos dos quais não me importo,
Por razões das quais não falo.
A união fazendo o lucro,
Monopolizando o tabuleiro.
O jogo é podre e xucro,
Vai jogar ele inteiro?
Alan Viana de Morais
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