domingo, 26 de julho de 2015

Coletivo Contemporâneo

Faz-se poucos de muitos.
Minhas contas são incertas,
Mas um erro é apenas um fortuito,
Essa minoria que interessa.

O acaso abrigando o imprevisto,
Absorvendo tanta essência ao perecer.
Perdeu-se quando esquecido,
A fama o fazia viver.

Morrera dentre os mortos.
Sua vida escorrera pelo ralo.
Por motivos dos quais não me importo,
Por razões das quais não falo.

A união fazendo o lucro,
Monopolizando o tabuleiro.
O jogo é podre e xucro,
Vai jogar ele inteiro?

Alan Viana de Morais

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